EM DEFESA DA SEXTA D’A FINA FLOR DO SAMBA

CLARO QUE NÃO TINHA QUE METER O BEDELHO. POR MAIS REPEITO E CARINHO QUE TENHO PELO AMIGO ERNESTO MELO, NÃO SERIA DE MINHA COMPETÊNCIA “ENFIAR A COLHER NO ANGU DE NINGUÉM”.

POR ISSO ESTOU REPUBLICANDO AQUI A RESPOSTA QUE O AMIGO ERNESTO MANDOU PARA PUBLICAÇÃO NO ZEKATRACA. ELE MESMO DEFINE QUE A RESPOSTA NÃO É DIRECIONADA AO SILVIO SANTOS, INCLUSIVE POR SER INTEGRANTE DO PROJETO QUE LEVA O MELHOR DO SAMBA E DAS COMPOSIÇÕES LOCAIS AO PÚBLICO PRESENTE AO MERCADO CULTURAL NAS SEXTAS FEIRAS.

A RESPOSTA É PARA OS MESMOS CRÍTICOS QUE DESAFINARAM AS CORDAS VOCAIS NA INTENÇÃO DE DENEGRIR O TRABALHO DOS AMIGOS ERNESTO MELO (SEXTA) E HEITOR (QUINTA).

O MERCADO CULTURAL TORNOU-SE O MELHOR “POINT” DA CIDADE EM SE TRATANDO DE CULTURA.

LÊ AÍ, VAI.

SOBRE A FINA FLOR DO SAMBA (PUBLICADO NO BLOG DO SERGIO RAMOS

< http://www.sergioramos.com.br/ >,

RESPOSTA

Por Ernesto Melo (Criador do Projeto A FINA FLOR DO SAMBA)


1. Realmente, já faz algum tempo que você não aparece para acompanhar A Fina Flor do Samba, o que, certamente, o levou a tecer comentários dando crédito aos que ladram enquanto a caravana passa, sem, ao mínimo, se dar ao trabalho de ver ou ouvir o contraditório. Parece, também, que esqueceu rápido demais a própria natureza dos componentes do Grupo que não são afetos a pagodes, muito menos a “pagode paulista”, seja lá o que isso for;

2. Para evitar delongas, friso novamente, não para você, mas para aqueles que ladraram, a natureza de nossos intérpretes: temos o Ênio Melo, fazendo o que há de melhor de Cartola e Paulinho de Viola; Oscar Nightz nos traz clássicos de Martinho da Vila; Neguinho e Willian Coimbra enviesam relendo o trabalho de Agepê e Chico da Silva; Walber do Cavaco e Assis trazendo o partido alto,e, por fim, Hudson Mamedes apresentando o Chico Buarque sambista, Zeca Pagodinho e sambas atuais. Este seu amigo se prende aos sambas regionais, cantando inclusive peças de sua composição, e à obra de um Elton Medeiros, Wilson das Neves, João Nogueira, Luiz Carlos da Vila, Ney Lopes e Wilson Moreira, Adoniram Barbosa, Noel Rosa, Mário Lago, Ataulfo Alves e Nelson Cavaquinho, no ano de seu centenário. Não temos tempo e nem jeito, para pagode paulista;

3. Por fim, Torrado, Kabeça, João Carteiro, Mestre Bainha, Silvio Santos, quando aparecem, são muito bem vindos, até porque fazem parte dessa história toda.

OBS: Os ensaios são às quartas.

 

Anúncios