SIM AO NÃO

O Senador Cristóvão Buarque (PDT-DF) tenta ressuscitar o fantasma do desarmamento. Requer um novo plebiscito para ter do povo a mesma resposta dantes já dada.

O povo reconhece que o poder público não cumpre a Constituição Federal. Não provê a segurança necessária ao cidadão de bem.

Está claro que as armas encontradas nas mãos de bandidos não saem das casas de famílias. Raríssimas são as exceções.

Basta ter um pouco de acuidade para verificar que o contrabando – livre nas fronteiras desassistidas e indefesas – é o maior fornecedor de armas ao crime no Brasil. E a segunda fonte é a corrupção – que passa longe das casas dos cidadãos de bem.

As armas utilizadas pelo elemento que vitimou as crianças em Realengo (RJ) são de uso exclusivo das forças armadas. Não se consegue comprar um revolver calibre 38 numa loja de armas. Como é que passa ao crime, então?

Colocar a culpa no cidadão de bem é panacéia.

E desarmar a quem já se encontra desarmado, indefeso e refém da insegurança propiciada e protegida pelo próprio poder público é, no mínimo, hilariante, pra não dizer terrificante.

Já se fizeram outros plebiscitos. E o povo respondeu, por exemplo, que prefere o Presidencialismo à Monarquia. Vamos ter que perguntar de novo?

Quantas vezes vamos ter que dizer que temos o direito de nos defender?

Quantas vezes vamos ter que “peitar” o poder público e dizer que o Código Penal Brasileiro prevê a “LEGÍTIMA DEFESA”?

Não tenho armas em casa. Nenhuma. Também não penso em adquirir nenhuma. Nem por isso posso admitir que me tirem o direito à defesa própria ou de minha família.

E o Brasil deixou isso bem claro. A Nação Brasileira respondeu NÃO!

Vejo as autoridades de meu país cada vez mais defensoras do criminoso. Afinal… direitos humanos, no Brasil, são para aqueles que o poder público captura por cometimento de crime.

Se quiser tomar café da manhã, almoçar, jantar… tenho que ralar muito.

Mas o “protegido” pelos direitos humanos tem cinco (5) refeições diárias de graça. Opsss…. de graça não… Eu pago. Pago para tê-lo longe de minha casa, o que não consigo, realmente.

O que mais se escuta, o que mais se vê, são pessoas – principalmente as que deveriam cuidar para que o cidadão não fosse assaltado – induzirem as pessoas a não reagirem quando assaltadas ou atentadas contra sua segurança e vida.

As crianças não reagiram!

E as armas utilizadas foram de uso exclusivo das forças governamentais. Não são vendidas em lojas.

Desculpe-me a sinceridade, Senador Cristóvão Buarque.

V.Excia Pisou na bola comigo e com o Brasil.

Artur Quintela

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