O TEXTO ABAIXO É ELUCIDATIVO QUANTO À QUESTÃO TEMPORAL DA TRANSPOSIÇÃO.
AFINAL, PERGUNTA-SE: QUANDO CHEGAREMOS, REALMENTE, A ESTA FATÍDICA E FAMIGERADA TRANSPOSIÇÃO?
SIM, PORQUE ATÉ AGORA FOI SÓ BALELA, EM CIMA DE BALELA.
NOSSOS LEGISLADORES BEM QUE LUTARAM, MAS ESTÁ LONGE DO ALCANCE DELES A VITÓRIA, AINDA.
ATE A PRESIDENTE JÁ MOSTROU QUE NÃO PRETENDE TÃO CEDO “ENXUGAR” A FOLHA DE PAGAMENTO DE RONDÔNIA.
ENTÃO, VEJAMOS, PELO TEXTO ABAIXO TRANSCRITO, QUALQUER UM PODE PERCEBER QUE TEREMOS MAIS DOIS ANOS DE “LUTAS” E “BATALHAS” PARA IMPOR VERGONHA À NAÇÃO PELO DESRESPEITO PARA COM O ESTADO DE RONDÔNIA.
CONTINUAMOS SENDO TRATADOS COMO IMBECIS.

SINDEPROF ESCLARECE SERVIDORES COMO CHEGAR AOS QUADROS DA UNIÃO
Os servidores podem se dirigir à sede do Sindicato, onde possíveis dúvidas serão tiradas, individual ou coletivamente. O SINDEPROF funciona na Rua Marechal Deodoro, entre a Paulo Leal e Almirante Barroso, na área central da cidade. O telefone é: 3043-5616

Porto Velho, Rondônia – A incorporação de servidores municipais aos quadros da União – antes e depois que a presidente Dilma Rousseff assinou o decreto da transposição – tem tudo a ver com a luta e obstinação da presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Porto Velho [SINDEPROF], Ellis Regina, que agora comemora essa vitória com os integrantes da categoria, não só no município de Porto Velho, mas em todo o Estado.
Credenciada pela Comissão Interministerial entre o Governo e os trabalhadores – que cuida dos processos de adesão – na sexta-feira 15, a líder sindical participou de mais uma rodada de discussão com a massa de servidores cujo palco foi o Clube Ferroviário. Na ocasião, ela anunciou os procedimentos para cada caso. “Agora temos que cumprir o cronograma estabelecido pelo decreto presidencial, ela disse”.
De acordo com Ellis, os servidores têm até seis meses para que façam a opção se, na verdade, aceitem a transposição e dezoito meses para que os processos sejam concluídos pelo Governo Federal. Durante a preleção, Ellis lembrou os desafios para que o “SINDEPROF chegasse até aqui”. Para ela, “é um marco memorável sabermos que a luta não foi inglória, justamente porque muitos chegaram a não acreditar que venceríamos essa difícil batalha”.
Uma vez incorporados aos quadros da União, para uma grande massa de trabalhadores que tinham alguma dúvida sobre se a transposição aconteceria, um dia, na opinião geral da categoria, “o sonho virou uma realidade palpável”. A luta agora é pela regularização diante da imposição da legislação, cujos prazos giram em torno de 120 e 180 dias até a materialização dos processos oferecidos por cada servidor.
Num paralelo com as demais lutas que travou com outras esferas de poder, Ellis Regina disse a respeito da decisão presidencial que, “não foi fácil chegarmos até aqui”. Segundo a líder sindical, “muitas foram as idas e vindas, às ruas, à Justiça e ao sindicato para que as discussões, avaliações e decisões acontecessem”. Atualmente, o desejo está voltado para que os beneficiários não percam os prazos e agilizem, de imediato, os processos em tempo hábil.
Os servidores podem se dirigir à sede do Sindicato, onde possíveis dúvidas serão tiradas, individual ou coletivamente. O SINDEPROF funciona na Rua Marechal Deodoro, entre a Paulo Leal e Almirante Barroso, na área central da cidade. O telefone é: 3043-5616 ou falar com a presidente: 9965-5143. Lá, segundo Ellis, os servidores contarão com a ajuda de pessoal habilitado que vai orientar no que for preciso.

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