Vou esclarecer uma coisa:

Tenho amizade e respeito imensurável pelo amigo Silvio Santos e se “pisei na bola” pela pressa não foi proposital.

Sequer me liguei na questão da antecipação de sua coluna (de terça) na segunda-feira.

Quando recebo seu email leio avidamente pois sei que o colunista cultural melhor da cidade escreve como o povo gosta, ou seja, sem retrancas na língua.

Mas, por outro lado… não é porque sou cunhado do Léo do Boi que alguém leu minha publicação na tarde de segunda-feira. Acredito que estava buscando no Google, pelo Zekatraca. Aí… apareceu a postagem. Mesmo porque, só foram três visualizações.

E apenas pela antecipação de sua coluna.

Não foi pela notícia porque ela já estava na “boca do povo”.

O interessante foi que Silvio ligou-me fazia poucos minutos da postagem…

Então, já tinha gente rastreando a Internet atrás de notícias. E deu no que deu.

Se devo desculpas é somente ao Silvio e apenas pela antecipação de sua coluna que, infelizmente (ou felizmente) fez o Diário vender muito mais.

Quanto às demais anotações do colunista, PARABÉNS!

Bom, a coluna de hoje está aí embaixo pra quem quiser conferir “no que deu”.

 

 

Lenha na Fogueira

Antes de entrarmos no assunto Amazônia Encena na Rua o Festival de teatro de rua que está bombando na praça da Madeira Mamoré

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Vamos voltar a Guajará Mirim precisamente, sobre o concurso que escolheu a Cunhã Poranga do Boi Bumbá Flor do Campo.

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 A coluna de ontem causou o maior rebuliço na Pérola do Mamoré, a fila em frente ao supermercado do Candury dobrava o quarteirão com todo mundo querendo comprar o Diário da Amazônia “só para ler o que o Zekatraca havia escrito a respeito do concurso”.

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Acontece que o Arthur Quintela recebeu nossa coluna via e-mail por volta das três horas da tarde e imediatamente postou em seu Blog. Blog que é lido em Guajará porque o Quintela é cunhado do Léo fundador do Boi Malhadinho e a turma do Boi Contrário acessa para saber se existe alguma novidade no Boi azul.

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Estou eu no cabeleireiro (antigamente era barbeiro), quanto toca meu celular, era o advogado do Boi Flor do Campo (no momento não recordo seu nome), questionando o que estava escrito na coluna. Ouvimos seu relato contestador e colocamos o espaço da coluna, a disposição da diretoria do Bumba do bairro Almirante Tamandaré para os esclarecimentos necessário.

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O que o senhor envia publicaremos na íntegra. Prometemos ao Doutor Advogado.

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Só que até o fechamento dessa coluna não havíamos recebido nenhuma linha do respeitável Advogado.

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Sendo assim: invocamos nossos informantes dentro do Flor do Campo (Zekatraca Vermelho) e ficamos sabendo que aconteceu na noite de segunda feira 18, uma reunião a portas fechadíssimas onde a roupa suja foi lavada

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Nessa reunião, ficou acertado que o resultado do concurso que elegeu a jovem Ana Lessa como Cunhã Poranga está valendo.

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A presidente Estelina então convocou todos os membros da diretoria a se empenharem no trabalho dos barracões. “Não podemos abrir mão do nosso principal objetivo, que é trazer para nossa sede, o título de Tri Campeão consecutivo do Festival”.

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Os aplausos foram ouvidos na praça da Catedral Nossa Senhora dos Seringueiros.

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Resultado: A paz voltou a reinar na nação Flor do Campo.

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Queremos deixar claro às pessoas que lêem esta coluna, que o Zekatraca é um personagem que está em vários locais ao mesmo tempo, pois não se trata apenas de uma pessoa, é uma equipe que atua em vários locais e cidades. Nós aqui na redação, apenas digitamos ou “colamos” as informações que nos são passadas pelos Zés Katracas.

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Se não, não saberíamos que a reunião da direção do Flor do Campo que aconteceu segunda feira, começou a “boca da noite” e terminou quase a meia noite.

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Bom! O negócio agora é o Amazônia Encena na Rua:

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Juntamente com a programação já iniciada de espetáculos de teatro e dança, o Amazônia Encena na Rua complementa a programação dessas duas modalidades artísticas com o Ciclo de Oficinas, que se iniciou ontem dia 19 das 8h00 as 12h00.

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No que diz respeito ao teatro, serão realizadas oficinas de Teatro de Rua, com Marcelo Bones (MG) e de Bonecos Gigantes, com Wertenberg Nunes (TO). E da parte da dança, será realizada a oficina de Dança Indiana, com Beatriz Brooks (RR).

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O Amazônia Encena traz consigo também uma programação de Ciclos de Debates que giram em torno tanto do Teatro quanto do Público e também sobre a própria cidade. Os debates começam hoje dia 20 e irão até o dia 22 sempre das 15h até as 17h na EFMM.

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