Lenha na Fogueira

 

 

 

E a Parada do Orgulho LGBT foi que foi, apesar do inusitado contra tempo, provocado por um enxame de abelha.

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É isso mesmo, as abelhas da “Casa do Bispo”, provocaram o atraso de mais de uma hora na saída da Parada.

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Solicitados a retirar as mais de 50 mil abelhas, que construíram suas colméias, nas dependências da casa que fica atrás do palácio do governo, na esquina da rua Presidente Dutra com a D. Pedro II, os integrantes da coordenação da 9ª Parada do Orgulho LGBT, tiveram que deslocar toda a estrutura (trios elétricos), que estava montada entre a Praça das Caixas D’água até a Caixa Econômica, para a quadra que fica entre a José Bonifácio e a Gonçalves Dias.

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Acontece que as abelhas são sensíveis a vibrações sonoras. Daí os trios não poderem colocar em funcionamento o sistema de sonorização e sem som, não tem “Parada” que aconteça.

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Aliás, comentavam as meninas, que as abelhas estavam lutando pelos seus direitos. Basta lembrar que a Abelha Rainha é quem comanda tudo na colméia. Ela pode ser considerada transexual, já que é a única que “come” os zangões e ainda domina todas as abelhinhas da colméia, que ficam lhe abastecendo do mais puro mel.

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Então tá faltando uma letra na abreviatura do movimento. Atenção, senhoras e senhores.

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A 9º Para do Orgulho ALGBT – (Abelhas, Lésbicas, Gays, Bi Sexuais e Transexuais), aconteceu domingo em Porto Velho capital do estado de Rondônia,

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Com a participação de mais 50 Mil Abelhas e aproximadamente 30 Mil LGBT e Simpatizantes.

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Quer dizer, tinha mais abelha que Lésbicas, Gays, Bi sexuais e Transexuais e Simpatizantes.

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Até o Zé de Nana se viu preso pelo “rabo” em virtude da parada LGBT.

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De qualquer maneira, mesmo com o contra tempo provocado pelas abelhas, o povo prestigiou a 9ª Parada. O grande destaque foi o secretário da Secel que parecia uma estátua no segundo trio elétrico. Credo!

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Por falar em secretaria de cultura:

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Mais uma vez, os responsáveis pelo órgão cultural do município de Porto Velho, entraram em choque ou como diria o velho e saudoso Francisco Milane. “Ha controvérsias”

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Acontece que na direção da Iaripuna ninguém sabe explicar direito, o motivo, que não permitiu que a produção do Projeto Cinco e Meia colocasse mesas e cadeiras, no local onde o show da Elisa Cristina foi realizado, ou seja, nas proximidades do “Plano Inclinado”, ou em frente ao Museu da Estrada de Ferro.

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Meu amigo Edson José convidado pelo Bubu para servir (claro que cobrando), bebidas e tira gosto aos presentes, tomou o maior prejuízo em virtude da falta de comunicação entre os dirigentes da Iaripuna.

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Edson comprou mais de 10 KG de filé Mignone, 20 Kg de batata, outro tanto de cebola e tomate, além de óleo para fritura e até filé de “pirara” com molho tártaro tinha.

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Como não pode montar seu “bar”, levou o maior ferro. Aliás, o prejuízo só não foi maior porque ele tem banca em frente à igreja do Rosário.

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Foi a maior falta de sensibilidade já registrada entre os dirigentes da Iaripuna para com um evento do porte do Cinco e Meia.

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Superou inclusive aquele que recolheu as mesas do Mercado Cultural e quase fecha o Café com Arte da Almira.

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Parece até que a prefeitura de Porto Velho está pagando o pessoal da Fundação Iaripuna para atrapalhar os eventos culturais, quando na verdade e o correto, seria para os mesmo defenderem a realização dos eventos culturais.

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O que denota, é que essas pessoas estão lá, apenas para defender seus honorários e que se exploda os movimentos culturais da nossa cidade.

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Sei que não é bem assim, mas, é o que parece ser!

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Assim estão queimando a administração do prefeito Roberto Sobrinho.

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Já não bastasse aquela aberração de não deixarem abrir o museu para a equipe de uma revista que tem distribuição internacional, fazer fotos para ilustrar matéria sobre a nossa Madeira Mamoré que queiram ou não, é a nossa maior atração turística.

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Essa ocorrência do Museu foi protagonizada pela mesma pessoa que não deixou o Bubu colocar mesas ou pelo menos cadeiras, sexta feira passada, durante a realização do Projeto Cinco e Meia.

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Aí a turma do “Cabelo Prateado”, como escreveu Ana Aranda, que já não consegue ficar muito tempo em pé, forçou a produção do espetáculo musical da Elisa Cristina a encerrar o show mais cedo.

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Esse negócio de dirigente cultural, querer mais é defender o seu quinhão do que a realização de ações culturais, não fica apenas entre os da Iaripuna não.

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Tai os Pontos de Cultura sem poder receber a segunda parcela do convênio, porque o governo estadual está inadimplente com a Fazenda Federal.

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E ninguém vai lá ao gabinete do governador e nem comenta no seu Blog, que se ele não sanar a dívida (prestação de contas de repasse do governo federal) da saúde e da educação os Pontos de Cultura de Rondônia vão ter que ser desativados e ainda devolver o dinheiro que já receberam.

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É preciso amigos dirigentes de órgãos oficiais de cultura, que os senhores e as senhoras, atuem como defensores dos movimentos culturais e não defensores dos seus vencimentos.

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Chega, tá na hora de exercer o cargo com mais honradez do que só pensando no “economês”.

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