Lenha na Fogueira

Por Silvio Santos

E aí “parente”, será que o “Nem” vem pra cá, ou será Eli(minario)minado antes de se juntar ao VP?

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Esse termo “parente’, é muito usado pelos habitantes das comunidades do interior da Amazônia, principalmente no estado do Pará.

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Aqui pro nosso lado, quero dizer, nas comunidades ribeirinhas do baixo Madeira, o termo é usado com maior frequencia, pelo manicoerenses. Não é mesmo “parente”?

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Queremos crer que o episódio da desavença (o Rondônia ao Vivo classificou como desinteligência) entre um “chefão” da Secel e um ex comissionado não passe de rixa partidária.

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Pois os protagonistas são filiados ao mesmo partido – PC-B  dos meus amigos Pantera a Marca da Fera, Chicão, Dinho e Buchada.

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A Bebelzinha que não tem nada de “comunista”, ficou estarrecida com o que viu, mesmo chegando no final da pendenga. Era pedaço de camisa pra todo lado, ninguém soube identificar uns fios brancos que estavam pelo chão. Será que era fio de cabelo, quem briga puxando cabelo é mulher e “biba”.

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Como o xará “parente” era do Esporte, quem sabe foi confundido como lutador de MMA.

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Dizem que o cara não reagiu de propósito, já pensando no resultado final que será decretado por um juiz. Parente diz que foi vítima de golpe baixo e por isso vai vencer a “luta”.

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Se fosse briga de “biba” com certeza  ouviríamos o termo  “Nem” morta vou concordar com a vinda desse traficante para o presido federal de Porto Velho, basta que já abrigamos o Marquinho VP, o Elias Maluco e quase todos os bandidos da Vila Cruzeiro do Rio de Janeiro.

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“Nem” vem que não tem (vaga). “Nem vem de garfo que hoje é dia de sopa”, cantava Wilson Simonal.

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Voltando a “locomotiva” estilizada!

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Confundiram  os corredores do prédio do relógio com o Octogonal (ringue que abriga os lutadores de MMA).

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Ao tomar conhecimento da pendenga entre os “camaradas”,  que antigamente eram tidos como “comedores de criancinhas”, o secretário Chicão disse que vai apurar e “Ao final deste processo, Tomarei todas as providencias que o caso requer”.

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Temos quase certeza que o mais destacado militante do PC do B em Rondônia “Pantera – A Força da Fera” o cordelista intelectual, não vai deixar passar um episódio inusitado desse sem escrever alguns versos ou “Veusos”.

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Como se trata de cordel, o título poderia bem ser o seguinte: “O dia que o prédio do relógio se transformou em octogal de MMA”.

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Ou então: “O pau quebrou na casa do Chicão”.

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Outra sugestão: “Só faltou a Rita na briga dos parentes”

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É muita falta de assunto!

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Por falar em assunto, a assessoria da deputada Epifânia Barbosa citada na coluna de ontem, ligou para dizer que a reunião entre a deputada e os carnavalescos, foi solicitada pela própria deputada.

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E mais, a pauta da reunião era discutir sobre uma emenda que a deputada Epifânia vai pleitear em prol das nossas escola de samba.

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Em nome de quem ela deve propor a emenda. Era isso, disse a assessora Vanilce!

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Como a deputada está viajando, a reunião será marcada tão logo ela regresse. Não tinha a ver com o que ouvimos do pessoal da Fesec, que era para solicitar que a deputada interviesse junto ao governador em prol da agilização do repasse, ou da ajuda financeira, às entidades carnavalescas.

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A nota que publicamos da na coluna de ontem, foi extraída do blog da Fesec.

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As escolas de samba já estão ensaiando para a grande festa do samba que vai acontecer no dia 3 de dezembro no Mercado Cultural.

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Escuta aí “parente”, vamos brigar de verdade, mas, em prol da criação do Sistema Estadual de Cultura!

CANTATA

Coral Estrelas contagia servidores

A cada ano que passa o Coral Estrelas, idealizado pela primeira dama de Porto Velho, Lucilene Peixoto e formado somente por servidores da prefeitura ganha novos adeptos. Em 2009, quando começou, eram somente 28 componentes. Nessa terceira edição, 50 pessoas já fazem parte do coral. Todas as terças, quartas e sextas-feiras eles se reúnem para os ensaios, sob o comando do regente Dirceu Rodrigues. O objetivo é o preparo para a apresentação em mais uma Cantata Natalina, que acontece sempre no segundo domingo de dezembro.

Servidores que participam do coral desde a sua primeira apresentação falam com entusiasmo e orgulho sobre a experiência de cantar. A chefa de apoio administrativo do gabinete do prefeito Roberto Sobrinho, Amanda Rodrigues, é uma delas. “Eu nunca havia cantado ou participado de qualquer apresentação pública. É contagiante e o regente ensina muitas técnicas. Gosto muito de participar do coral”, declarou.

Ela atribui o sucesso do coral à dedicação de seus membros e ao resultado de cada apresentação, desde a primeira vez. “Foi emocionante ver o público nos aplaudindo. Eu recomendo e peço que outros também participem”, completou. Amanda lembra que no primeiro ano participaram somente servidores do gabinete. A partir do segundo ano, servidores de outras secretarias foram convidados por Lucilene Peixoto e se uniram ao grupo.

Outra servidora que participa desde a primeira apresentação do Coral Estrelas é a chefe da divisão de Orçamento, Cláudia Mendonça, também lotada no gabinete. “Entrei no coral a convite da primeira dama, mas como não sabia cantar, a princípio não tinha muita motivação. No entanto, com o passar do tempo aprendi a gostar”, disse. Cláudia afirma que é uma experiência nova, que ajuda a descontrair, sair da rotina e esquecer os problemas do dia a dia. “A gente canta, faz alongamentos e tudo isso nos ajuda a relaxar”, acrescentou.

Mesmo para quem já está acostumado a cantar em corais e fazer apresentações públicas, ser integrante do Coral Estrelas é algo muito especial. Foi o que declarou o coordenador da Defesa Civil Municipal Raimundo Reinaldo da Silva, outro que participa deste a primeira apresentação. “Canto no coral da igreja há dez anos. O princípio e a disciplina são os mesmos, mas a diferença está no momento da apresentação, que é o Natal”, frisou.

Novidades

Lucilene Peixoto reafirma que a Cantata Natalina faz parte do projeto Natal de Todos, implantado desde o primeiro ano do mandato de Roberto Sobrinho. Ela anunciou novidades para este ano, como o “Presépio Amazônico” que será montado em um dos galpões do complexo da Estrada de Ferro Madeira Mamoré e a inclusão de instrumentos musicais na apresentação do coral. O projeto também envolve a chegada do Papai Noel e a decoração natalina dos principais pontos da cidade.

TEATRO

Peça Tabule em cartaz no Sesc

Tabule é uma tragicomédia que aconteceu depois do dia 11 de setembro, onde conta à história de uma libanesa Zahara que foge para o Brasil, para escapar do regime da sua terra natal onde não existe igualdade sexual. Ao chegar no Brasil casa-se com Salim, marido com quem foi feliz. Durante o velório de seu marido, Zahara conta aos presentes como foi a sua vida enquanto serve o seu saboroso tabule.

O espetáculo fala de cultura patriarcal, machista, dominante e desigual. Onde não existe igualdade sexual no ocidente e no oriente, mesmo onde a dominação sexual foi “superada”, as práticas cotidianas continuam a reproduzir o preconceito e a desigualdade. A cultura patriarcal vem de longe e atravessa a cultura ocidental, africana, indígena, árabe, islâmica, etc. Zahara, protagonista de TABULE, desde muito cedo reconhece todo o preconceito e desigualdade que existe em ser mulher e deseja ativamente que esta injustiça seja corrigida.

O espetáculo teatral Tabule é uma tragicomédia, estará em cartaz às 20h30, neste sábado (12) e domingo (13), no Teatro 1 do SESC Esplanada, o ingresso são 2kg de alimentos.

FICHATÉCNICA:

Jória Lima (Direção), Júnior Lopes (Texto e atuação), Raoní Amaral (Iluminação e sonoplastia), Clarice Lopez (Produção de arte e design), Cléber Maurício de Lima (Técnica Vocal), Rosemira Mendes (Figurino).

FESTCINEAMAZÔNIA

 

 

Livro sobre o festival será lançado na terça

O livro faz parte de um convênio do Instituto Madeira Vivo  com o MinC

O livro “Viagem de cores e sonhos”, editado por Jurandir Costa e Fernanda Kopanakis, será lançado durante a abertura do Festcineamazônia, na terça-feira, 15 de novembro, no Teatro Banzeiros, em Porto Velho. Trata-se de um documentário fotográfico, histórico e literário da mostra itinerante do festival, que percorre capitais brasileiras, cidades e povoados da Amazônia, além de países Latino-americanos, África e Portugal.

O livro faz parte de um convênio do Instituto Madeira Vivo (IMV) com o Ministério da Cultura através de emenda parlamentar do então deputado Eduardo Valverde. Para a edição os diretores buscaram talentos como o ilustrador Manuel Gibajas (Peru), o designer Renato Monteiro de Carvalho, e a inspiração poética de Carlos Moreira, que consegue dar palavras para a expressão da vida sem redundância com as imagens.

No acervo estão fotografias de treze autores que integraram as equipes ao longo das viagens. As imagens registram os mais de 60 mil quilômetros percorridos, levando cinema e vídeo ambiental aos distintos lugares. A mostra itinerante do Festcineamazônia integra o cinema com música, artes circenses, poesia e estimula a criação e o debate sobre a temática ambiental tendo sempre o homem como o centro do meio em que vive.

O Festcineamazônia® tem o patrocínio da Oi, BNDES, Governo Federal, Ministério da Cultura através da Lei Rouanet, Secretaria do Audiovisual, apoio cultural Oi Futuro, Funarte, CTAv, Prefeitura de Porto Velho, Secretaria Municipal de Educação de Porto Velho – SEMED, Fundação Iaripuna, Governo de Rondônia através da SECEL e SEDUC.

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