NIVER DO ZEKATRACA

Faz anos… tantos que nem lembro…

Talvez, nem ele mesmo lembre.

Mas a amizade, que começou aos pouco, solidificou-se como o concreto das grandes obras.

Talvez, exatamente pelas grandes obras em que estivemos juntos.

Foram tantos festivais, e festas, e solenidades, e encontros, os mais variados.

E lá estava o Silvio. Lembrava o “Índio Turuna” – apocalíptico personagem do Jô Soares, que brincava com nosso Deputado Juruna: minicassete na mão, ligado… ele ia buscando uma confissão aqui, outra acolá… e, no dia seguinte… rá-rá. Quem quisesse que duvidasse.

Eu mesmo passei por uma dessas. Desafiei e o amigo publicou no dia seguinte uma nota que fazia estremecer os alicerces de Porto Velho a Guajará Mirim.

Silvio sempre foi assim: Autêntico em suas colocações! Corajoso!

E, quiçá o Excelso Criador o conserve sempre assim.

Pois é dessa maneira que se conhece a lealdade de um amigo. Aliás… é pela lealdade que se forma a amizade. Amizade que cultivo e cultuo com ele.

Hoje, Silvio Santos está de niver. Não. Não é aniversário do Zekatraca. Mas, bem que poderia ser comemorado conjuntamente. Um não vive mais sem o outro.

Na hora da comemoração (acredito que Silvio deva tomar um porre de sprite, hoje) os dois vão estar juntos. Um no corpo do outro.


Queria estar presente para dar o abraço sincero e incontido no amigo. Quem sabe, cantar a música de Roberto Carlos em sua homenagem, não por mim, apenas, mas por toda essa cadeia de amigos que ele tão bem soube arrebanhar.

E, pode crer… nem na hora do brinde Zekatraca vai arrear pé, porque não se cansa de buscar histórias e estórias.

Fica, aqui, o abraço virtual e que o cordel aguarde a próxima página ser virada.

Amanhã vai estar tudo escrito na página do personagem.

Já o homem… Bem, o homem continuará cantando seus versos e recitando suas prosas para sua morena.

 

 

FELIZ ANIVERSÁRIO, SILVIO SANTOS.

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