Começou 2012. E com ele, as lorotas políticas.

A mais nova delas? É velha! É a velha e surrada “transposição”.

Quando vamos ver os políticos com vergonha na cara?

Ora, ora… como diria o locutor e narrador esportivo: Pelo amor dos meus filhinhos!!!…

É fato que o prazo não sucumbiu. Também é fato que é prorrogável.

Como, também é verdade verdadeira que estamos em ano eleitoral (ou eleitoreiro).

Claro que se a transposição ocorrer em fevereiro (quando finda o prazo inicial de 180 dias) – sendo o povo “fraco de memória” – logo, logo o processo cai no esquecimento e “baú-bau” eleições municipais para o PT.

 

Deu no site página da noticia.com:

“TRANSPOSIÇÃO: Superintendente da SAMF reúne-se com secretário da Sead

A superintendente de Administração do Ministério da Fazenda em Rondônia (SAMF), Helenice da Conceição Souza Guimarães, reuniu-se nesta quinta-feira (5), com o secretário de Estado da Administração, Rui Vieira de Sousa, quando trataram sobre os andamentos previstos para a transposição dos servidores estaduais para os quadros da União”.

 

Segundo consta no artigo, a superintendente da Administração do Ministério da Fazenda em Rondônia, “Helenice, explicou que está montando a equipe de servidores que vai acompanhar os procedimentos em Rondônia, a partir desta primeira quinzena de janeiro. Segundo ela, também estão aguardando a edição da normatização sobre o enquadramento para começar a efetivação dos trabalhos”.

 

Finalmente “Helenice explicou que a equipe de servidores do quadro federal que vai acompanhar os procedimentos será nomeada pela Comissão Interministerial. Em seguida, receberão as orientações sobre como vão encaminhar os trabalhos, a partir das informações contidas na portaria de normatização”.

 

Parece brincadeira. Ainda estão em andamento os trabalhos da transposição.

O prazo de 180 dias expira em fevereiro, mas como é prorrogável por igual período, então… por que adiantar as coisas se o govedrno pode esperar mais um pouco?

Quando falo que só em agosto deve sair a “famigerada” transposição, alguns me chamam de pessimista. Respondo que nem oito nem oitenta. Nem pessimista nem otimista. Quando se trata de governo, ou política, melhor dizendo, só se pode ser REALISTA.

 

Não é profecia.  É a pura realidade.

 

Quem viver verá.

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