A COLUNA DO AMIGO SILVIO SANTOS – ZEKATRACA – LENHA NA FOGUEIRA DE SÁBADO NAO FOI PUBLICADA NESTE ESPAÇO POR UM MOTIVO JUSTO: ESTAVA EM GUAJARÁ MIRIM E LÁ NEM PC NEM TEMPO HAVIA DE SOBRA. SÓ HOJE LI E COMO SE TRATA DE CULTURA – E TEM UMA PARTICIPAÇÃO DESTE HUMILDE ESCRIBA – NÃO ESTÁ NEM UM POUCO DESATUALIZADA. ENTÃO, LEIA AÍ A “LENHA NA FOGUEIRA” DE SÁBADO COM CULTURA E TUDO O MAIS DE BOM PARA ESTE PERÍODO MOMESCO.

Lenha na Fogueira

 

 Estou acompanhando a polêmica entre os donos de Box na rua Euclides da Cunha e a prefeitura.

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O episódio me levou até o final da década de cinqüenta quando aquele pedaço de rua passou a ser chamado de “Rua do Coqueiro”. Vamos lembrar um pouco daquele tempo!

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Em 1954 aconteceu a inauguração do Palácio Presidente Vargas e depois a Praça Getúlio Vargas em frente ao Mercado Público Municipal (Hoje Mercado Cultural).

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Acontece que justamente aonde construíram a Praça, funcionava a Feira Livre de Porto Velho, onde minha mãe era “banqueira” e eu criança ainda, ganhava alguns trocados, carregando água para as demais “banqueiras” e vendendo saco, feito com papel de saco de cimento.

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Então para construírem a Praça Getúlio Vargas teriam que tirar a feira de lá e foi então que construíram um galpão entre o Clube Internacional (Hoje onde está o Ferroviário) e a Usina do Salft (Hoje sede da Eletrobrás antiga Ceron),

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E montaram a Feira Livre, por sinal bem mais organizada que a anterior.

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Vale lembrar que a Rua Euclides da Cunha ainda não existia, pois a passagem para a Baixa da União era apenas um caminho lamacento que seguia logo após a Feira.

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Em 1958 inauguraram a Feira Modelo um galpão constuido justamente no local onde hoje está o Mercado Central.

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Com a inauguração da Feira Modelo é claro que o galpão daquela feira livre entre o Internacional e o Salft foi derrubado.

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Foi aí que alguns feirantes resolveram permanecer no local e construíram barracas de madeira para vender de tudo.

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O caminho virou rua e recebeu o nome de Rua do Coqueiro porque ali existia bem no meio da pista um Coqueiro.

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Foi no comercio da Rua do Coqueiro que a família Neves hoje empresários considerados em Porto Velho, começou vendendo alpargata que traziam do Ceará e roupas principalmente as famosas rendas.

 

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Depois airam de lá e criaram a Loja Fortaleza e hoje comandam o Hotel Guaporé a o Bau Barateiro.

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Com o passar do tempo criaram a rua Euiclides da Cunha que por muitos anos foi o terminal de ônibus Urbano de Porto Velho mas, o comercio não deixou de existir e apesar de batizarem oficialmente o espaço como Rua Euclides da Cunha há quem a chame até hoje de Rua do Coqueiro.

 

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Aí vem a história do 5º BEC que acabou com a Baixa da União e o Alto do Bode – Essa é outra história que precisa ser contada.

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Não sei se realmente, é preciso a prefeitura acabar com aquele comercio,

 

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Acho até que o comercio não vai atrapalhar a construção do Terminal Rodoviário.

 

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O certo é que tão tentando acabar com mais um espaço histórico da nossa cidade.

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Tem um detalhe, ninguém nunca ouviu dizer que naquele local existiu comercio de drogas ou prostituição.

 

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Agora, se querem popularizar o Shopping Popular são outros quinhentos

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E o comercio do lado esquerdo da rua, não atrapalha não! Ali o pessoal é dono da terra, então…

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Olá, amigo Silvio.      

 

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Quanto tempo que não escrevo uma linha para esse querido colunista.

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A fogueira tá queimando a lenha. Tenho visto todos os dias. “O pau tá torrando de tão quente”.

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Os bastidores do Carnaval 2012 tem de tudo. Graças ao altíssimo, ainda não sobrou “porrada” pra ninguém. Mas gritaria já tem de sobra.

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Falando do bem: O amigo Bortolete botou pra quebrar, ou melhor, “botou o casal Zekatraca Aninhakatraquinha pra dançar frevo”.

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É. Porque só frevo pra dançar pulando daquele jeito.
Achei o maior barato a caricatura. Já ganhei a minha do amigo Marcio, em 2011. Acho que fiz jus.

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Quanto ao Galo, homenageando merecidamente o amigo Ernesto Melo, claro aprovei de primeira. Afinal, antes do “omi” chegar aos sessenta fiz uma homenagem, também justíssima, ao Poeta da Cidade.

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Lembra aí? Em 2010, na passagem de seus 59 aninhos, rendi-lhe um samba com letra e música de minha autoria, cantado em primeira mão na “A Fina Flor do Samba”, em pleno Mercado Cultural, deixando até a esposa boquiaberta.

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Por que será que o “povo” acha que a gente não sabe a história de nossos ilustres personagens vivos?

Só sai homenagem pós-morte…

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Prefiro como dizia Nelson Cavaquinho: Quem quiser me homenagear, que faça agora. E fi-lo com o menestrel portovelhense Ernesto Melo – Nené, para os íntimos.

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Um abração e bom carnaval (vou passar os quatro dias no “mato”, mas apareço no esquenta-tamborim da Asfaltão).

CARNAVAL

 

Armário Grande é show em programa de TV

 

 

A escola de samba Acadêmicos do Armário Grande, atendendo programação da Fesec, participou do programa Câmera 11 da TV Candelária de Porto Velho. O grêmio que tem na presidência o carnavalesco Antônio Chagas Campo – Cabeleira, mostrou aos telespectadores alguns dos destaques que estarão desfilando na Passarela do Samba “Edson Fróes” no dia 25 de fevereiro com o enredo “A Fênix – O Eterno Renascer das Cinzas” uma pesquisa do professor Marco Teixeira com samba de Silvio Santos e Silvinho.

No auditório da TV Candelária se apresentou a Porta Bandeira Ana Célia e o Mestre Sala Cabeleira; Rainha da Bateria e mulatas além da troupe da bateria comandada pelo Mestre Carlinhos. O interprete Silvio José, o cavaquinista Walci do Cavaco, Sabazinho.

A escola será a segunda entrar na avenida no dia 25 de fevereiro e segundo o presidente Cabeleira, vai com força total, ou seja, com alas de no mínimo 50 integrantes, três alegorias, ala de baiana e a bateria que é destaque entre as baterias de Porto Velho.

A Armário Grande é uma das escolas de samba mais antigas de Porto Velho e na fase Fesec que começou em 2001m já ganhou seis títulos desfilando pelo grupo especial.

Os ensaios estão acontecendo de quarta à sexta feira na praça as rua Tancredo Neves ao lado do Box da PM, com inicio as 20h00.

CENTENÁRIO EFMM

 

Diário da Amazônia apóia Curta Amazônia

 

Para reforçar a premiação os organizadores firmaram parceria com o Diário da Amazônia

 

 

A organização do 1º Concurso de Redação sobre o Centenário da Estrada de Ferro Madeira Mamoré informa que firmou parceria cultural com a Superintendência do Iphan em Rondônia, Emater e o Diário da Amazônia.

Para o Superintendente do Iphan em Rondônia, Beto Bertagna, “iniciativas desta natureza sempre são bem vindas em nosso estado, porque incentivam os estudantes a escrever e conhecer mais nossa história. As redações serão difundidas em todos os municípios rondonienses, estadualizando a informação histórica” finalizou Bertagna.

Já a direção da Emater Rondônia afirma que “contribuir com parcerias que venham incentivar o hábito da escrita e leitura com a participação da comunidade rural é muito importante, porque assim o homem do campo tem a oportunidade de ver seus filhos participando diretamente de ações que aumentam o conhecimento da nossa história regional.”

Para reforçar a premiação e incentivar os estudantes e escolas envolvidas, os organizadores do concurso firmaram também parceria com o jornal impresso Diário da Amazônia que estará disponibilizando o “Prêmio Diário da Amazônia’ que consiste em doar 6 assinaturas aos ganhadores do concurso (3 estudantes e 3 escolas), contribuindo  e incentivando a leitura e a escrita além de estar difundindo o concurso na distribuição semanal nas escolas públicas do seu “Diário Escolar”, que disponibilizará um espaço onde os alunos poderão fazer a sua redação no próprio jornal.

E atenção! Os alunos das escolas da zona urbana e rural de Nova Mamoré e Guajará Mirim poderão entregar suas redações nos escritórios locais da Emater nestes municípios.

Em Porto Velho o endereço para envio das redações via Correios ou em blocos é: Associação Curta Amazônia, Rua Raimundo Cantuária, 712-B, Baixa União, CEP: 76.805-862, Porto Velho/RO. (AI)

 

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