Como tenho recebido alguns pedidos a esse respeito, decidi esclarecer melhor esse tema.

Existem vários brasões dentro do grande clã Quintela.

É preciso que se deixe bem claro que o Brasão de Família é uma instituição real. Somente o Soberano podia (ou pode, até hoje, nas monarquias que ainda prevalecem) autorizar uma família a criar e ostentar o brasão representativo de sua denominação.

Assim, surgiram os brasões de Rodrigues (ou Rodriguez) Gomes (ou Gomez), etc…

A Familia Quintela surgiu com a incorporação do toponímio designativo de sua origem. Quando migraram para Portugal, os nativos das Quintelas da Galicia (eram 2, a de Vigo parece ser a mais antiga) passaram a ser conhecidos como os “de Quintela”.

Os primeiros a ostentar brasões eram fidalgos com títulos de nobreza, como Marqueses, Barões, Viscondes e Condes. Tais títulos foram concedidos já em Portugal. O primeiro deles – Barão de Quintela – por Dona Maria I, mãe de D. João VI, a Joaquim Pedro Quintela.

O Brasão atual, ostentado inclusive em nossas comunidades no Facebook e Orkut, foi adquirido da Heráldica Galvão.

Mas existe outro, bem mais antigo, denominado Pendão das Davas, conquistado na Batalha de São Quintin, cuja origem remonta ao período entre os séculos XI a XIV. O Pendão das Davas, durante muito tempo, foi utilizado como identificação pelos cavaleiros das Quintelas galegas.

Este exemplar foi-me presenteado por um saudoso primo lusitano, Antonio Quintela, de passagem por Porto Velho (RO), com quem mantive contato. Trouxe-me em mãos, o que muito honrou-me.

Está à disposição para quem quiser copiar. Acredito ser de boa valia para quem valoriza nossa história.

E, se por um lado, as fotos foram perdidas durante a transição do blog para o wordpress (que nem vem satisfazendo tanto assim e pode sofrer nova migração), o texto está completo, como foi em sua versão original.

Um abraço.

 

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