Bom dia, gente querida.

Um BOM DIA especial a todos os médicos pelo seu dia. A categoria que se dedica a salvar vidas. Embora alguns não levem a sério o juramento que fizeram, é um dos mais lindos já produzidos pela humanidade. A toda(o)s que labutam nessa honrosa profissão, meus sinceros parabéns. Não deveria ser um dia apenas, pois todos os dias precisamos de um.

 

Mudando de assunto, minha mensagem de hoje tem a ver com nossa situação política atual.

A conjuntura política de nosso país deve ser levada a sério e não como um jogo de futebol de várzea. Não há isso de “o meu ganhou!” ou “o seu perdeu kkk!”.

Quando se publica alguma coisa, não quer dizer explicitamente que isso corresponda à maneira de pensar do autor. Muitos textos são esclarecedores, apenas, de alguma situação ocorrente ou ocorrida.

Minha posição política é apartidária. Sempre foi. Sempre votei na pessoa e não no partido ao qual se vinculava. Mesmo porque não creio em ideologia política ou fidelidade partidária no Brasil. O mesmo político que foi eleito pelo partido “A” pode simplesmente desfiliar-se quando julgar conveniente “pular para outro banco”. E o próprio partido pode apartar de seu grupo de filiados aquele(s) que não coaduna(m) com a atuação da diretoria de época.

Vejo que alguns dos que me visitam com frequência ficaram alarmados por ter republicado alguns conteúdos que eram opostos à sua forma de pensar. Ótimo! A liberdade de pensamento é uma das conquistas de minha geração.

Já vivemos presos, atrelados a um regime duro que mandava e era obedecido – ou então, quem desobedecia sucumbia às torturas, fatalmente desaparecendo para sempre.

Quem não viveu os “anos de chumbo” não entenderá o que escrevi. Mesmo porque, os movimentos populares de hoje são diferentes. É uma marcha “tocada” por alguns que se escondem em trincheiras ou simplesmente atrás de máscaras. Não vejo idealismo no mascaramento ou idealismo.

Muitas pessoas que foram às ruas – pacificamente, digo – protestar contra os desmandos do governo atual estão fazendo propaganda a favor de sua continuidade. Esqueceram rapidamente do que reivindicavam.

 

Penso que o continuísmo conduz ao vício. E a verdadeira democracia deve permitir, sim, a alternância de poderes. Pelo menos em dois, dos constituídos, podemos fazer preponderar nossa vontade. E, quando posso, escrevo para a posteridade, ensinando aos meus que escolhi “fulano” ou “sicrano” por seu currículo e não porque pediu meu voto ou concedeu-me alguma benesse.

 

E quando posto a opinião de pessoas que pensam igual (ou diferente) a mim significa que respeito o direito democrático de cada um expressar seu pensamento, o que, aliás, é preceito constitucional.

 

Tenham uma boa sexta-feira!