Bom dia, gente querida.
Hoje é o Dia do Amigo.
Refletindo, lembrei o dia em que reencontrei minha irmã Maria Augusta Quintela, em seu apartamento no Rio. Passamos a tarde sentados no chão de seu quarto, olhando fotos e matando a saudade de quando vivíamos juntos.
Havia, misturado às fotos, alguns marca-folhas. Daqueles com mensagens para se marcar a página do livro que se está lendo, quando interrompida a leitura.
De cara notei um que batia muito comigo, pois falava de amizade.
Ela presenteou-me com o cartão. Guardo com carinho até hoje.

Amizade é muito importante para mim. Muito mais que o amor, costumo dizer. Pois quando o amor se rompe, normalmente fica o rancor, até ódio da pessoa dantes amada.
E a amizade é indissolúvel, não se rompe, não se quebra.
O que não quer dizer que não possamos ficar com raiva, em certos momentos, da pessoa querida. Mas, guardar mágoa, rancor… isso nunca.

Já discuti com vários amigos, mas isso é questão apenas de momento de divergência de opinião. Nada que perdure.

Da mesma forma, a amizade não exige contemporaneidade, muito menos presença.
Disse-me, certa vez, um grande amigo, já saudoso: “Nossa amizade não se abala nem pelo tempo nem pela distância. Podemos ficar anos sem nos vermos que no reencontro a amizade estará ali, sólida, incólume e mais fortalecida, até.

É assim… nada que abale, mesmo.

E a frase que tirei num momento de definição: Se um amigo morrer, pode ser que não tenha ninguém da sua família junto com você para prantear a dor, mas se um parente seu falecer, com certeza haverá pelo menos um amigo a lhe amparar, buscando consolo para sua dor”.

E, hoje, quero deixar aqui meu abraço festivo, ou, como costume escrever, fraterno e sempre sincero a todo(a)s amigo(a)s que fazem parte de minha vida.

FELIZ DIA DO AMIGO!!