Category: FAMILIA


Bom dia gente amiga e tão querida.

Ontem, ao completar um mês desde o passamento de minha filhota Aline Quintela, decidi encerrar os compromissos em nome da religião.
Mesmo porque o tempo nos traz lições e ao passar vai curando as feridas. As cicatrizes que ficam são para lembrar.
A dor não passa, mas aprendemos a conviver com ela.
Aline nunca será esquecida. Viverá, enquanto vivermos, em nossos corações.
Mas, o que pudemos fazer está feito. Agora é seguir em frente.

Então, ao final da missa, a cada uma das pessoas que trouxe o abraço amigo, garanti que daqui pra frente “vou celebrar a vida e não lamentar mais a morte”.
Tenho missões a cumprir e preciso seguir em frente.
Por respeito e por amor àquela que partiu para outro plano, preciso prosseguir.

Obrigado a todas as pessoas que se irmanaram comigo nesse período de intensa dor.

Deixo com vcs alguns versos de Gonzaguinha, porque sei que ainda poderei chorar.

E se eu chorar e o sal molhar o meu sorriso
Não se espante, cante, que seu canto é minha força pra cantar
Quando eu soltar a minha voz, por favor entenda
É apenas o meu jeito de viver
O que é amar.

Música, estou voltando!

Boa quinta-feira.

‪#‎boravivermundo‬!

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MEU TEMPO

Quer saber de que tempo eu sou?
Sou do tempo em que se escovava os dentes com Kolynos… só por causa da “namoradinha do Brasil”.
Sou do tempo em que se tomava banho à tardinha e vestia uma roupa limpinha… mesmo que fosse só pra ficar em casa.
Sou do tempo em que, quando acordava, pedia bênção ao pai e mãe. E não dormia sem repetir o gesto e a palavra.
Sou do tempo em que os pais podiam criar, sim, seus filhos, sem a tutela do Estado.
Sou do tempo em que a conversa dos adultos não era interrompida a não ser por extrema necessidade, precedida de um “com licença.”.
Sou do tempo em que viver a vida significava apenas viver a própria vida e não vida dos outros.
Vc é desse tempo? Então é meu(minha) contemporâneo(a). E vivemos muito bem.

Inicialmente, bom dia, gente querida.

Estive ausente, logo após o retorno da “cheia do Madeira”. Acontece que nossas instalações ainda estão sofríveis. A água que entrou pelas tubulações compromete a fiação e – sabe-se lá por quê, Meu Deus – um raio que atingiu os cabos de telefonia causaram pane em modem, roteador, portas… etc, de meu equipamento de informática. Resultado: Ficamos sem Internet por mais de uma semana.

Agora, com dispositivos novos e já tudo “arrumado”, estamos de volta.

Agora segue o pedido de desculpas à Família Asfaltão.  Sempre que recebo uma nota da Diretoria de Comunicação através da amiga Silvia, posto no blog e faço chamada pelo facebook. Infelizmente, a nota chegou durante o período sem net. Desculpas apresentadas!

Continuando, a Nota da Asfaltão segue na íntegra, mesmo defasada no tempo para a comemoração do Dia das Crianças. Não seria muito ético editar.  Então segue aí.

Bom dia!

Senhores(as), com os cumprimentos da Família Asfaltão, peço se possível a veiculação do material abaixo.

Grata,

Silvia – 9982-9381

“A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios.
Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente,
antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos”.
(Charlie Chaplin).

 

 

ASFALTÃO ELEGE NOVA DIRETORIA

O GRESA – Grêmio Recreativo Escola de Samba Asfaltão, realizou nesta terça feira, dia 07 de outubro, a assembleia de reforma Estatutária e Eleição da nova Diretoria.

A renovação é um passo importante para esta reestruturação, com este pensamento, foi eleito como Presidente o jovem Danilo Cardoso, filho de Reginaldo Cardoso (Makumbinha). Nascido em 19/08/1989, Danilo Fith como é conhecido, desfila na Escola desde os 6 anos de idade, sempre na bateria. Multi instrumentista, é compositor e cantor. Em 2010 foi conduzido à Contra Mestre da Bateria da Escola a Pura Raça. Em 2009 já dividia o posto de Mestre de Bateria junto com experiente Admilson kinghtz, o Mestre Negão, titular da Batuta.

O Presidente eleito é também componente da ala de compositores da escola de Samba Asfaltão. Graduando em Análises Clínicas e Recursos Humanos, é percussionista nos grupos de pagode Samba VIP e Samba Mais.

Como Vice Presidente, fará a dobradinha com o Mestre Danilo, o seu parceiro Eduardo Dias, nascido em 11/12/1993, também ritmista, compositor e cantor que desfila no Asfaltão desde os 5 anos de idade.

Outros dois jovens passam a compor a Diretoria, Allan Junior, nascido em 06/05/1993 ritmista, compositor e cantor. Desfila no GRESA desde os 3 anos de idade, é Também Contra Mestre da Bateria Pura Raça. Hoje focado para se aperfeiçoar no cavaquinho, Juninho como é chamado pela atual Diretoria, assume a Diretoria de Patrimônio.

Dentro desta renovação está a jovem Camila Pinheiro, nascida em 10/11/1990, que desfila junto com a Família Asfaltão desde os 3 anos de idade, foi destaque em vários desfiles. Atuante nos barracões nos trabalhos manuais, ultimamente junto com outros colegas, ela tem assumido a missão de Diretora de Harmonia na avenida. Graduanda em Direito, Camila assumirá a Diretoria de Finanças da Escola.

Este quarteto, Danilo, Eduardo, Allan Junior e Camila, chegam com novas ideias, trazendo energia e disposição. Com a origem do reduto do samba, assumem papéis importantes, com a missão de junto a outros amigos, sejam da escola ou das coirmãs, fortalecerem e manterem viva a resistência do Samba em Porto Velho. Eles contarão com a experiência de componentes da atual direção que ficaram com as seguintes atribuições: Andreia: Secretária; Vanilce: Administradora; Silvia: Diretora de Comunicação; Osvaldo Pitaluga: Diretor Social; Everton: Diretor Jurídico; Makumbinha: Diretor de Carnaval; Oscar Knight: Diretor Musical; Janilson conhecido como Jacaré: Diretor de Esporte. Membros do Conselho Fiscal Efetivo: Anderson Machado, Tatá, Léia; Membros do Conselho Fiscal Suplente: Maria José, Ismael Barreto e Wilma Dias.

“…Que esta nova composição da Diretoria tenha sucesso em seu trabalho…” Assim disse Makumbinha, que está deixando a Presidência.

 

Fazer “Escola”, é preparar e passar o legado da importância em se manter viva uma história. É transmitir que mais que querer, é importante viver e sentir o que é cultura pra que esta chama não se apague.

 

AGENDA

A nova Diretoria já tem uma agenda a cumprir ainda este ano, dentre elas estão:

 

  1. Rua de Lazer alusiva ao dia das crianças, que acontece neste sábado (11/10), na Tenda do Tigre, das 08:00 às 12:00. A Tenda do Tigre fica localizada na Jacy Paraná entre Getúlio Vargas e Brasília; e

 

  1. Baile Brega, que acontecerá no próximo mês de novembro;

 

  1. Tem ainda a semana de Zumbi, o dia do Samba e o Dia de Santa Barbara, agendas que se encontram em fase de ajustes e adequação.

 

A Família Asfaltão conta com o apoio e a participação de todos que valorizam e respeitam a cultura.

 

 

Silvia Ferreira de Oliveira Pinheiro – 9982-9381

Diretora de Comunicação do G.R.E.S Asfaltão

 

Parabéns  à nova Diretoria. Sucesso ao Danilo e seu grupo.
Na realidade, tenho que dar os parabéns a toda a Família Asfaltão, que cede espaço à juventude para que exponha seus sonhos e os torne realidade. 

 

 

O VALOR DA AMIZADE – SERPINHA

Por Artur Quintela

 

Quando uma pessoa se faz amiga de outra, coloca-a dentro do coração. E de lá não a tira mais. Deixa perpetuar-se, como se parte de si próprio fizesse.

 

Alguns amigos demoram mais a tornar-se donos do coração. Já outros – que chamo de anjos – chegam voando e não precisam subir os degraus da amizade para serem tão importantes.

 

No período de cheia do Rio Madeira tive minha casa, escritório e outro imóvel – à época alugado para terceiros – fortemente atingidos pelas águas. Viver um pesadelo daquele tipo era inimaginável para mim. Ano passado fizera uma oração, agradecendo a Deus por ter escolhido um lugar tão bom para minha família residir e viver. Longe de desmoronamentos, não sujeitos a cheias pluviais repentinas, muito menos alagações. Dista mais de quinhentos metros da margem do Madeira.

 

Entretanto, o que não era esperado, o que julgávamos impossível, aconteceu. E tive que sair às pressas porquanto, embora informassem que as águas subiam dezessete centímetros por dia, houve vez de superar os vinte e cinco. E período em que, em quatro horas, apenas, o nível subiu quinze centímetros. Afirmo porque fiz medições desde que a água chegou às bueiras das cercanias. Elaborei uma régua e diariamente realizava medições. Várias delas, no final.

 

Perdi alguns móveis, eletroeletrônicos… mas principalmente, perdi a dignidade. Sempre trabalhei (comecei aos sete anos) e provi minha casa de recursos necessários à manutenção da ordem familiar. E, de repente, fiquei sem meu ambiente de labor diário, sem condições de sustentar a família.

 

Foi naquele momento que pude ver o que tinha produzido em minha vida pregressa. O amor, a compreensão, a mão amiga dos familiares, parentes e amigos, fizeram-me forte. Fizeram-me entender que não estava só. Sobraram-me momentos de alegria. Parecia não haver cheia. Acomodei-me em imóvel de parentes. Chegaram-me alimentos. Valores foram depositados para suprir as necessidades mais prementes. Se, por meu lado, deixei de comprar “aquela cervejinha”, por outro me chegavam os familiares e amigos e diziam “não vamos deixar a peteca cair”.

 

Certo… Irão dizer alguns que família é para se unir nessas horas e superar as dificuldades. E amigos também, ora.

 

Pois é o que mais vale. Os amigos chegaram-me de montão. Vi que minha vida tinha sido voltada para formar amigos fortes e sua força fazia-me forte também.

 

A todos eles deixei meu agradecimento. Mesmo àqueles que, de longe, apenas mandavam-me palavras de conforto e solidariedade. Eram tão importantes quanto os próximos.

 

E, hoje, pus-me a refletir. Em várias vezes de nossas vidas nos deparamos com dificuldades. E, nessas ocasiões, eles – os amigos – surgem como anjos. Anjos protetores.

 

Em um desses momentos – triste demais – tive uma de minha prole acometida por doença em um período muito difícil. Estávamos ambos – eu e minha esposa – desempregados. E ver uma filha com câncer, já é um suplício. Sem condições de tratamento na cidade, é demais.

 

Foi naquele tempo que uma amizade de infância reapareceu em minha vida. Já com os cabelos teimando em abandoná-lo, surgiu entre a névoa como luz e buscou a solução que o Excelso Criador lhe permitia no momento.

 

Talvez ele mesmo não tenha percebido a grandeza de seu gesto naquela ocasião. Talvez, não! Com certeza não percebeu, tamanha é a grandeza de espírito e generosidade que tem.

 

Muita gente talvez nem entenda o “porquê” desse depoimento. Acontece que essa pessoa passou a integrar nossa família, mesmo sem pisar em nossa casa. É importante que se mantenha viva a memória de um ato simples para ele e tão importante para mim.

 

Antonio Serpa do Amaral Filho – que conheci e trato por Serpinha, e atualmente é conhecido por demais no meio cultural como Bazinho – é essa figura de coração enorme que poucos conhecem tão bem.

 

Talvez a simplicidade do seu viver, a humildade – mesmo sendo filho de um dos melhores (há quem diga que foi o melhor) prefeitos de nossa capital – sejam qualidades que não lhe permitem orgulhar-se, muito menos recordar-se de atitudes tão bonitas.

 

Serpinha viu a dificuldade, a lentidão, dos processos jurídicos. Sentou-me à garupa de sua moto e, em menos de dez minutos havia conseguido a liberação da parcela do FGTS retida em dos planos governamentais. Não sabia. Não perguntou… Mas aquele valor seria utilizado para a viagem de minha filha a Manaus, a fim de realizar tratamento do câncer que a afligia.

 

Assim é Serpinha. Simples, bondoso, carinhoso… e tantos bons adjetivos mais que nem Aurélio Buarque de Holanda conseguiria verbetar todos.

 

Obrigado, Serpinha. Obrigado, Bazinho. Obrigado Antonio Serpa do Amaral Filho… por ser MEU AMIGO!

 

Anote-se! Registre-se! Torne-se público!

 

 

 

 

Olá, gente querida!!
O sonho acabou? Talvez o seu. O meu, não.
Sonhei durante décadas com uma Copa do Mundo no Brasil. E estou tendo o prazer de realizar meu sonho.
A vitória – Hexa, jamais alcançado por nenhuma outra seleção – seria a coroação de uma vontade. Mas não a desilusão de um sonho perdido.
Vi – e ainda estou vendo – meu país invadido pelo mundo inteiro. Vi gente que sequer estava disputando a Copa, vindo apenas para assistir os jogos das demais seleções.
Vi as ruas enfeitadas, bandeiras tremulando sobre e abaixo as cabeças. Os carros e as pessoas fantasiados.
Vi efusão de alegria em cada esquina, em cada estabelecimento comercial.
Vi escolas cederem seu tempo para que todos pudessem assistir os jogos – desta vez realizados em nosso país.
Relembrei 1994, quando a Seleção Canarinho entrou desacreditada e os bancos sequer fechavam mais cedo. Com os jogos evoluindo veio o Tetra, tão festejado e inesquecível, numa dura disputa de pênaltis.
Relembrei, também, 2002, quando uma Seleção que quase ficava de fora, chegou e ganhou da Alemanha. Mérito desse Técnico que ontem, infelizmente, teve seu dia de infortúnio.
Temos nosso Penta. Ninguém tem, ainda, pelo menos, o Tetra que já superamos.
Por que chorar? Por que lamentar?
Tivemos – estamos tendo – nossa Copa. Provamos que temos competência para realizar um evento de porte fenomenal. Isso é o que prevalece. Pelo menos, para mim.
A megalomania de querer mais e mais, levou-nos a crer que tínhamos um selecionado capaz de superar os melhores projetos de países que valorizam realmente essas coisas.
Não nos preparamos para o futuro que hoje é o presente. Mas preparamos este presente que temos hoje.
Uma seleção jovem, com talento de sobra, esbanjando euforia e garra, mas com insegurança diante dos revezes.
Se for trabalhada, cuidada, lapidada, como fizeram com a equipe alemã, possivelmente essa mesma equipe ainda nos dará muitas alegrias. E gritos de euforia, também, com as vitórias conseguidas fora de casa.
De meu canto, estou e continuo tranquilo. Esperar o sábado para torcer pelo meu País, cantando o Hino Nacional de pé, com a mão no coração.
Aliás… seria bem melhor se não precisasse do futebol para demonstrarmos nossa brasilidade. Poderia ser melhor demonstrada na cabine de votação.

Obrigado a toda(o)s.
Bom dia. De amarelinha!

BOM DIA!!!
Hoje é um dia especial para mim. Sim! É pela Copa do Mundo no Brasil, sim!
Não vou pedir desculpas a quem pensa diferente. Creio que é exatamente a diferença que nos faz bem.
Mas eu sonho com essa copa desde a infância. Nasci no ano em que o Brasil perdeu, no recém inaugurado Maracanã, para o Uruguai, a primeira Copa em casa.
Desde a infância sonho em ver uma Copa do Mundo de Futebol aqui no Brasil.
Se você é contra ou nunca gostou de futebol, paciência. Assim como eu, muitos outros brasileiros estão felizes de ter um evento que reúne nações na paz – e não na guerra ou na política. É na paz que pretendo curtir a MINHA COPA!
Reunido com familiares e amigos tentarei esquecer das mazelas que a natureza e o progresso trouxeram à minha vida ultimamente. Tentarei e tentarei!!!
Não é a Copa do Brasil a responsável por tudo de ruim que vem acontecendo em nosso país. Alguns hipócritas criticaram Ronaldo quando fez a relação entre copa e hospitais. Hipócritas, sim. Ronaldo disse a verdade que muitos têm medo de pronunciar.
O dinheiro dos hospitais sempre existiu – e existe. Se não foi ou não é aplicado, a culpa é de quem colocou ladrões no poder. E não de quem gosta de futebol, simplesmente.
Quero a Copa do Mundo no Brasil. Quero poder ver meu país em festa. Quero ver o povo nas ruas, indo para os estádios, praças…
E quero que tudo funcione normalmente.
Não quero greves políticas. Mesmo porque as greves em momento inoportuno não são promovidas por trabalhadores realmente.
Quem é Sininho??? Quem pensa que é? Dona da verdade ou do caos?

Eu sou um cidadão brasileiro. Quero poder rir, mesmo na tragédia. Porque considero isso um direito!
E quem não concorda, não tem o direito de querer fazer minha cabeça contra o evento promovido por uma entidade que nunca promoveu uma batalha sequer, muito menos guerras. Uma entidade que reúne mais nações que a própria ONU. Que faz rir e chorar. Mas, não derrama bombas, não atira gás lacrimogênio nem coquetel molotov. Os derrotados choram, mas não são feridos por artefatos mortais. Não sofrem a vergonha de ver suas pátrias invadidas e suas vidas destruídas.

Estou a favor da COPA DO BRASIL!!!
Com ou sem você.

Tenham todos um bom dia.
PRA FRENTE BRASIL!!! Vai Neymar!!! Vai Fred!!! Te segura Croácia!!!

PESSOAS QUE SONHAM

                                   Por Artur Quintela

 

 

                        Há pessoas que são criticadas por viverem sonhando. Há quem afirme que vivem “no mundo da lua”, simplesmente porque sonham acordadas.

                        Particularmente, também me considero um sonhador, embora tenha os pés firmes no chão.

                        Mas, quero lembrar aqui que nada no mundo existiria se não fosse pelos sonhos. Afinal, os projetos surgem de ideias que são sonhos. E, a partir dos projetos vislumbram-se as obras. Muitas delas, GRANDES obras.

                        Tenho em minha família uma pessoa assim. Que vive sonhando. E acho isso notável. Impressionante como ela se deixa levar pelos sonhos, transformando-os em projetos. Literalmente. Cada sonho é um projeto novo que sai de sua cuca. E que cuca!

                        Minha admiração não diminui quando ela afirma que “seus projetos” são curtos. Ao contrário, vejo nisso uma grande coragem. Ao admitir que tem projetos curtos está afirmando que não se prende ao passado por muito tempo, pois sempre há inovação a fazer sobre o que já foi feito. E muito pra pensar e realizar. Então… pra quê perder tempo com o que já passou? Se deu certo, muito bem. Se não, parte para outra, ora.

                        Pessoas assim devem encontrar felicidade onde outros só encontram trabalho.

                        Tempos atrás um amigo falou que ao passar por uma loja de discos escutou uma música “que era a minha cara”. Tudo bem. Tem músicas cujas letras parecem que foram moldadas para outra pessoa, além daquela que compôs. Mas, na hora, eu afirmei que era “Casinha Branca” de Gilson. Afinal, esse sempre foi meu sonho, desde criança. Embora tenha realizado cursos que me prepararam para a vida na cidade, sempre gostei da Natureza e sonhei com um pedaço de terra “pra plantar e pra colher”. A casinha branca com varanda é o complemento daquilo que posso chamar de lugar feliz, ou Cantinho da Paz.

                        Foram várias tentativas, todas frustradas por algum motivo, alheio aos meus interesses. Até que um dia surgiu a oportunidade e estou trabalhando num projeto de vida.

                        Assim é a pessoa que me refiro nesse pequeno artigo. Ela persegue seus sonhos. Persegue com afinco. Só que, diferente de mim, não perde tempo com um sonho apenas. Busca realizar vários. Assim leva sua vida. Sempre com um sonho na cabecinha prodigiosa. Sonho esse que tenta transformar em realidade para, logo depois, começar outro.

                        Gosto de vê-la assim. Sonhadora… projetando… arquitetando… Creio que assim é feliz. Como eu com meu sonho-projeto de vida.

                       

Bom dia, povo querido e tão amigo.

 

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Hoje, com a serenidade retornando ao seu devido lugar, venho postar minha opinião sobre o Campeonato Brasileiro que terminou de forma paradoxal. Se no sábado houve só alegria, no domingo a tristeza tomou conta dos verdadeiros amantes do esporte dos gramados. E não foi por pouca coisa. A briga das torcidas atleticana e vascaína foi vergonhosa. Mostrou bem que o Estatuto do Torcedor não mudou a cara dos verdadeiros vilões da festa maior de nosso país. Quem vai ao estádio pra se divertir não pode ser confundido com os brigões de plantão.

Em certo momento, assistindo àquela verdadeira guerra pela TV, cheguei a admitir que deveria haver polícia armada de rifles para conter tamanha selvageria. Depois, com a cabeça mais fria e menos revoltado, vi que tinha pensado exatamente o que não queria ver ninguém fazer. ou seja, envolvera-me com o sentimento da revanche.

Não, não é esse espetáculo que queremos para nosso futebol. E não estou preocupado com a mancha do Brasil da Copa de 2014. Estou preocupado, sim, com os verdadeiros torcedores, as famílias que retornaram aos estádios após aqueles insidiosos anos 80/90 em que as brigas entre torcedores e jogadores eram comuns. Naquele tempo cheguei a parar de assistir jogos pois era uma verdadeira insanidade o que se praticava nos estádios.

Quando a calmaria voltou, trouxe também as famílias. Coisa linda de se ver. Casais com filhos torcendo por seus times. E que saiam tristes ou alegres apenas pelo desempenho dos jogadores.

Faltou senso de humanidade aos brigões. Que são poucos! Não custa banir de vez tais elementos das arquibancadas. Que sejam encarcerados, ou não. Mas que sejam banidos da festa da bola. De vez!

A tristeza, porém, não se limitou à briga de torcidas. Ver clubes que criaram o atual Campeonato Brasileiro fora da Série A é outra forma de tristeza.

 

Como Flamenguista, poderia estar feliz em ver dois arquirrivais rebaixados. Mas não estou! Sofro com os torcedores de Fluminense e Vasco ao perceber a vergonha que o regulamento do Campeonato Brasileiro impõe aos seus criadores.

 

Sempre afirmei e repito. Não é Campeonato Brasileiro! Não pode ser Campeonato Brasileiro se exclui clubes de vários estados e só uma minoria participa. Temos 27 Unidades da Federação. E o Campeonato para ser BRASILEIRO, teria que ter – a meu ver – os Campeões de cada uma dessas UF. Assim poder-se-ia dizer que seria justo. Mas criar um campeonato com 4 séries, rebaixando-se 4 clubes e ascendendo-se outros 4, parece-me pilhéria.

 

Vou dizer minha fórmula ideal, para ser justo, a meu ver, com os verdadeiros mentores e que justificam a existência de um campeonato a nível nacional.

Mas, antes, deixem-me lembrar uma coisa: Imagine – você, que está lendo – uma situação em que criasse uma modalidade de campeonato de dominó (por exemplo) em sua casa, com regras definidas por você e convidando os que lhe conviessem – verdadeiros amigos – para participar. Muito bem. O campeonato teria SUAS regras, posto que VOCÊ criara. Então, depois de certo tempo, alguns outros chegam – se auto-convidando – e criam novas regras, excluindo você do campeonato. É certo? Alguém aceitaria? Creio que não. Da mesma forma, o Campeonato Brasileiro.

 

Em 1987 – quem viveu, lembra – A CBF, cujo Presidente era Octávio Pinto Guimarães, afirmou que não tinha recursos para realizar o Campeonato Brasileiro daquele ano. Questionado pelos maiores clubes se poderiam realizar às suas expensas, ele concordou e disse que validaria. O que se seguiu foi uma reunião com os treze melhores colocados dentro do ranking da própria CBF.  Os quatro grandes de São Paulo: Corinthians, Palmeiras, São Paulo e Santos; os quatro grandes do Rio de Janeiro: Flamengo, Vasco da Gama, Fluminense, Botafogo; os dois grandes de Minas Gerais: Atlético Mineiro e Cruzeiro; os dois maiores do Rio Grande do Sul: Internacional e Grêmio; e o Bahia (diferente do que muitos acreditam, não foi o Atlético Paranaense o décimo terceiro clube).

O regulamento foi criado, convidados outros clubes para chegar aos dezesseis e criada a Copa União. Por exigência da CBF, foi criado mais um grupo com clubes menores, com pouco poder aquisitivo e que seriam bancados com as receitas auferidas pelo Clube dos Treze. Vejam bem: O clube dos Treze bancava tudo. Aceitas as exigências da CBF a Copa União iniciou com dois módulos – VERDE e AMARELO – que disputavam campeonatos distintos. Tanto é que os nomes dos Troféus eram “João Havelange” para o Módulo Verde e “Roberto Gomes Pedrosa” para o Módulo Amarelo.

O importante é que o Clube dos Treze passou a patrocinar o Campeonato Brasileiro desde aquela época. Então seria lógico que seus treze mentores tivessem, ao menos, a primazia de participar em todas as edições. Nunca seriam rebaixados. Com o aumento de 16 para 20 clubes na primeira divisão, 7 seriam convidados inicialmente e os quatro piores seriam rebaixados para a segunda divisão de onde ascenderiam os quatro melhores colocados.

 

A ideia não é assim tão escabrosa, quanto possa parecer a alguns, de princípio. O Campeonato só pode ser levado avante com recursos financeiros de grande aporte. E é vendido às redes de televisão por preços vantajosos para ambas as partes. Então, retirando-se os maiores clubes da Primeira Divisão, o Campeonato estará fadado ao fracasso.

 

Imaginem os que contradizem – de início – uma final de Campeonato com os Clubes Juventude e ASA. Claro que os locais estariam todos ligados e seria uma festa na cidade do campeão ou vice. Mas e o retorno financeiro para o Campeonato seguinte? Haveria?
Numa segunda hipótese – que, pelo andar da carruagem, é possível, sim – a Primeira Divisão sem contar com nenhum dos doze clubes que originaram o Clube dos Treze teria audiência a nível nacional? Claro que não, é óbvio.

 

Então por que ficar alegre com o rebaixamento de Vasco e Fluminense? Da mesma forma como fui contra o rebaixamento de Palmeiras, Botafogo, Grêmio e qualquer outro grande clube, sou contra o rebaixamento dos dois clubes cariocas.
Sabe quem vai lucrar com isso? A Rede de Televisão que comprou a Série B. Vai ter muita gente ligada na telinha – NÃO GLOBAL -, no ano que vem, da mesma forma como já aconteceu, antes.

 

E, aos que acharam bonito e ficaram felizes com o rebaixamento, lembro que futebol não é guerra de nações. É um esporte e a predileção de cada um pode se dar dentro da própria família. Tenho um irmão vascaíno e um cunhado-amigo-irmão Fluminense. Estamos juntos nessa, também. Porque, se eles sofrem, sofro também.
Minha alegria de ser campeão da Copa do Brasil está embotada pela tristeza deles, que faço minha.

 

Finalmente, Parabéns ao Cruzeiro e cruzeirenses pela excelente campanha e última partida, em paz, rica em glórias e sorrisos.

 

Parabéns ao Palmeiras e palmeirenses, pelo retorno à Série A, da melhor maneira possível. Como campeão antecipado.

 

Parabéns ao Flamengo e flamenguistas pela “volta por cima” de um time desacreditado, liderado com amor pelo Auxiliar Técnico – hoje, reconhecidamente, o melhor Técnico do Brasil.

 

 

DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA

 

Foto colhida da Internet

Foto colhida da Internet

Apesar do título que deram ao dia de hoje, creio que consciência negra é o que todos devemos ter todos os dias de nossas vidas. Afinal, tanto teológica quanto cientificamente já ficou comprovado que o homem evoluiu com melanina. A mais ou a menos isso depende do local onde viviam as comunidades.

E leia-se na Bíblia que Noé expulsou Cão de casa com uma maldição: “seus filhos nascerão negros e serão escravos de seus irmãos brancos”.

Não que eu considere a escravidão de qualquer ser como válida. Mas já era praticada nos tempos memoriais bíblicos e não cabe ao Brasil ser criticado tão duramente por ter permitido essa prática insana e cruel. Afinal, foi apenas mais um dos países que praticaram o sistema.

 

Em se tratando do dia da consciência negra, creio que o melhor a se fazer é valorizar aquele que foi violentamente arrancado de sua família, de suas terras, onde corria livre e feliz, caçava, pescava, constituía seu clã, festejando a vida.

Ao negro que sofreu com o apartheid britânico; ao negro que morreu nos navios negreiros e ao que sobreviveu; ao negro que superou as doenças e os castigos cruéis; ao negro que lutou pela liberdade, mesmo longe de sua Luanda. Ao que tudo enfrentou e transformou esse país no mundo da miscigenação. Ao verdadeiro negro de pele rica em melanina; a esse negro retinto, qual ébano, que ri, ginga e samba, que sobrepõe-se às mazelas do mundo expondo seus verdadeiros talentos, humanizando todos os ambientes; ao negro que trilhou todos os caminhos que poderiam conduzi-lo ao topo, com integridade e dinamismo, determinação e caráter; ao negro que honra e orgulha nosso Brasil, desde o gari ao Supremo Tribunal Federal.

 

A esse negro dedicamos o dia de hoje, para que nossa consciência faça dele – negro – todos os dias do ano e de nossas vidas.

 

Dedico abaixo a linda poesia de Ataulfo Alves – Terra Seca

 

(Trabalha, trabalha, nego)
(Trabalha, trabalha, nego)
Nego tá moiado de suor
As mãos do nego
Tá que é calo só
Ai, meu senhor
Nego tá véio
Não aguenta
Esta terra tão dura
Tão seca, poeirenta

(Trabalha, trabalha, nego)
(Trabalha, trabalha, nego)
Nego pede licença pra parar
Nego não pode mais trabaiá
(Trabalha, nego)
Nego tá moiado de suor
(Trabalha, trabalha, nego)
As mãos do nego tá que é calo só
(Trabalha, trabalha, nego)
Ai, meu senhor
Nego tá véio
Não aguenta
Esta terra tão dura
Tão seca, poeirenta
(Trabalha, trabalha, nego)
(Trabalha, trabalha, nego)
Nego pede licença pra parar
Nego não pode mais trabaiá

Quando o nego chegou por aqui
Era mais vivo e ligeiro que o saci
Varava estes rios
Estas matas
Estes campos sem fim
Nego era moço e a vida
Um brinquedo pra mim
Mas esse tempo passou
E esta terra secou
Ô, ô, ô, ô
A velhice chegou
E o brinquedo quebrou
Ô, ô
Sinhô
Nego véio tem pena de ter se acabado
Sinhô
Nego véio carrega este corpo cansado
Mas esse tempo passou
E esta terra secou
Ô, ô, ô, ô
A velhice chegou
E o brinquedo quebrou
Ô, ô
Sinhô
Nego véio tem pena de ter se acabado
Sinhô
Nego véio carrega este corpo cansado

 

 

 

ENCONTRO DO BB PORTO VELHO

15/novembro/2013 – AABB Porto Velho

Foi um dia diferente, mas parecido com muitos outros que tivemos no passado.
O I Encontro do BB Porto Velho proporcionou aos participantes uma viagem ao passado, pelos melhores momentos de nossas vidas.
E valeu! Como valeu! Nem tinha começado, propriamente, o Encontro e já se falava no Segundo, querendo marcar data, local… Bom… Agora fica a carg da Comissão Organizadora que (parece-me) terá à frente Dina, esposa do amigo Jaime Alencar. Ela e as colaboradoras Janilda, Graça, Etenizia, Zuila, Cristina… vão formar a equipe feminina que irá elaborar o projeto transformando-o no melhor possível, para proporcionar aos próximos participantes lazer, alegria e, acima de tudo, muita emoção.
Aliás, emoção foi o que não faltou na AABB Porto Velho. Chaguinha que o diga. Foi quem mais se emocionou. Talvez por ser o mentor de várias das coisas que estávamos tendo e vendo ali. Por exemplo: A AABB que só se informatizou graças ao seu talento e dedicação, quando criou o programa dos Convênios, lá nos idos de 1992.

Olha… prometi que escreveria o nome dos participantes e, para isso, pedi que escrevessem na lista de presença. Só que… emoções, emoções, sucedendo-se… e a bendita gelada… deu no que deu… Poucos colocaram ali seus nomes e telefones. Fica pra depois, quando a gente elaborar a listagem. Mas, prometo, vai sair.

A música ao vivo mostrou que temos talentos (modéstia à parte, também) pra fazer uma festa se tornar inesquecível. Marina, morena marina… foi um momento indescritível. As “meninas” não me deixaram em paz no “palco”… rsrsrs Encanto, realmente, poder contar com as vozes femininas da Idenir, Etenízia… enfim, das nossas “meninas”.

Tive a oportunidade de reviver momentos cantando com Rai, Durães, Makumbinha, Helio Rubens… Sensacional. Matar a saudade é bom, mas reviver o passado vai além. Lembrei das paneladas na casa de Durães, no fundo do quintal. Um maracanã, um cavaquinho, um atabaque, um violão… e muita gela, curada na hora com o caldo da panelada ou caldeirada.
Nossa!!!… Já tinha passado tanto tempo assim??? Parecia que tinha sido ontem.

Iraci que o diga. Cantou e recantou.

Alguém notou quando o Carneiro chegou? Parecia os tempos de Tesouraria, quando a gente escutava do Setop o Supervisor “conversando” no térreo… kkk

Faltou uma pessoa, daquelas que vive dentro do coração. Aliás… faltou uma para cada coração, não foi?  Elas, com certeza, mesmo as que souberam e não puderam compartilhar, deverão estar se preparando para o próximo, com certeza. Aquelas que confirmaram e tiveram problemas de última hora, vão ficar com “saudade” do que não viram. Mas poderão curtir as fotos.

Aliás… quero pedir a toda(o)s que tiraram fotos que enviem, por favor para meu e-mail (arturquintela@hotmail.com) pois estarei elaborando um álbum exclusivo do encontro. Eu, pessoalmente, não tenho nenhuma.
Por enquanto, a lista que tenho os que participaram, realmente é essa aí:

1 – Artur Quintela
2 – Jose Damasceno Pires
3 – Raimundo Jorge Bicho Belo (+5)
4 – Cristina Courinos (+4)
5 – Zuila Trindade De Souza Santos (+3)
6 – Idenir Evangelista Carneiro
7 – Lucy Yuriko Pelliser
8 – Chico Chagoso (+2)
9 – Pedro (+1)
10 – Maria das Graças Machado (+ 3)
11 – Etenizia (+2)
12 – Silvestre (+1)
13 – Edith (+1)
14 – Cesar Marini
15 – Janilda (+3)
16 – Alvaro Carneiro (+2)
17 – Waldeatlas Barros
18 – Antônio Durães (+1)
19 – Helio Rubens
20 – Hilda Paes Gonçalves (+2)
21 – Gilberto Severo (+1)
22 – Jaime Alencar (+1)
23 – Reginaldo Maku

24 – Suely Aragão (+1)

25 – Lauro Câmara Jardim


Se tiver alguém faltando, é só avisar que eu edito, ok?
Repetindo: Não esqueçam de mandar as fotos para meu e-mail.

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Agradecendo aqui os que me devotaram seus sorrisos e abraços, quero externar, ainda, minha inteira boa-vontade para contribuir em quantos outros encontros precisarem de mim. Aliás, como já escrevi, se tivesse que fazer mil vezes mais, faria, com certeza. Rever vocês, para mim, foi mais que gratificante, foi mais que ótimo, foi mais que excelente. Na realidade, já busquei a palavra no dicionário, mas a única que encontre que poderia definir um pouco minha emoção seria – INFINITA!!!

Abrações sempre sinceros e fraternos.

Artur Quintela